segunda-feira, 17 de junho de 2013

Trabalhando com o texto Pausa...


TEXTO: PAUSA (Moacyr Scliar)

Algumas questões para melhor compreender o texto:

Antes da leitura:

1.) Conhece o significado da palavra usada como título?

2.) O que o título sugere?

3.) Atualmente os casais tem dificuldade de relacionamento. O que você pensa sobre isso?

4.) Trata-se de um conto. Cite algumas características do gênero.

Durante a leitura compartilhada, após a leitura individual do texto:

5.) Quais palavras são totalmente desconhecidas para você? Há casos em que o contexto sugere um possível significado? Pesquise no dicionário caso haja necessidade.

6.) Qual o foco narrativo da história?

7.) Quais seus personagens principais? Caracterize-os.

8.) Onde tudo se passa? Em que tempo?

Após a leitura:

9.) O texto está em terceira pessoa. Assinale uma alternativa que comprove isso.

a.) “Por que não vens almoçar?”

b.) “Volto de noite”.

c.) “Vestiu-se rapidamente e sem ruído”.

d.) “Não sei se virei […]”.

 

10.) O texto está repleto de discursos diretos.Leia os trechos que seguem e indique qual personagem, respectivamente, os pronunciou.

“Por que não vens almoçar?”

“Já vai, seu Isidoro”?

a.) Isidoro e Samuel.

b.) Esposa e Raul.

c.) Isidoro e mulher.

d.) Samuel e Raul.

11.) Qual a relação que pode ser estabelecida entre a hístória e o título do texto?

12.) Que tipo de relacionamento pode se pressupor que o casal tem?

13.) Que justificativa Manuel dá à sua esposa para acordar cedo todos os domingos e sair? Qual a reação dela?

14.) Por que Samuel é tratado por outro nome pelo dono do hotel? O que isso sugere?

15.) Que relação podemos estabelecer entre o sonho e os desejos do personagem?

16.) Por que ele mantém o hábito de passar os domingos no hotel?

17.) Após a leitura, suas expectativas foram confirmadas?

18.) Vamos um pouco além do texto... Imagine como poderia ser a continuação do texto que você leu: o que acontece quando Manuel chega em casa no final do domingo? Como é recebido pela esposa? O que ela fica fazendo na ausência do marido? Ela não desconfia de nada ou será que finge não desconfiar? Crie uma continuação bastante criativa para ser socializada com os colegas.
OBS: os textos podem ser digitados na sala do Acessa-escola e socializados via bluelab.

 

domingo, 9 de junho de 2013

Desafio ao professor...

Como despertar o interesse da leitura no aluno?
Essa pergunta sempre faço-me quando estou em sala de aula, mas nem sempre encontro resposta   pois não temos  pó magico, sabemos que só há interesse a partir do momento que é estimulado quando se lê. 
Por isso, nas minhas aulas procuro ler sempre,Contos, Poesia, pensamento pois  acredito  que é por esse caminho,  que vamos criar e estimular leitores.
O aluno tem que vê a leitura com um ato mágico, prazeroso, divertido, e não como uma obrigação sendo assim, que tento trabalhar. 
"Saber que ensinar não é transmitir conhecimento, mas sim criar as possibilidades para sua própria produção ou construção".
Paulo Freire.

Quem sou "eu" ?

Meu nome é Simone, trabalho no magistério a pouco tempo,  posso confessar, que a cada dia que passa gosto muito do que eu faço, aprendo a cada dia, é muito gratificante pode compartilhar com os alunos o que sabe, e estou apaixonada por essa profissão.
Estou aprendendo  muito com esse curso, está sendo ótimo tento me capacita a todo momento pois, trabalhamos com a "Educação" .

Minha Experiência...


A minha experiência de leitura iniciou-se desde de pequena, meus pais eram muito simples precisavam trabalhar, eu e meus irmãos ficávamos em casa.O meu irmão mas velho era o único alfabetizado, as suas brincadeiras eram sempre com livros, ele liderava as brincadeiras e a qual eu  mais gostava era de "escolinha", ele pegava as cadeiras colocava-os uma atrás das outras fazendo uma sala de aula. Eu e a minha irmã mais alguns amigos (vizinhos) era os alunos e ele como sempre era professor.Fazia as leitura dos livros e assim que acabava fazia algumas perguntas relacionada a história e se nós falávamos que não tinha entendido ele começa a explicar e interagia na historia que parecia que os personagem estava ali presente. E com essa as brincadeiras ele me incentivou a paixão que  tenho pela leitura, os nossos alunos  somente descobriram  através leitura, e uma dessas paixões foi a série vaga-lumes e também Monteiro Lobato, e partir daí não parei mais cada livro lido me trás mais entusiasmo para transferir essas emoções para os meus filhos e também para os meus alunos por tanto, sabemos que só vamos ter um mundo  diferente a partir de ter leitores apaixonados.




Uma experiência nova para mim - e acredito que para minhas colegas também - construir e alimentar um blog será ao mesmo tempo desafiador e enriquecedor...
Como professoras de português da rede pública, nossos desafios são enormes... Mas, em contrapartida, nossas glórias também são!
Que nós consigamos manter o equilíbrio profissional e pessoal e que lidar com as novas tecnologias seja uma constante em nossos trabalhos, mais uma ferramenta para auxiliar o processo de aprendizagem dos nossos alunos...

Vou postar aqui uma experiência de leitura/escrita que compartilhei no ambiente virtual do curso "Melhor Gestão, Melhor Ensino."

"Quando penso em experiências com a leitura, muitas coisas me passam pela cabeça - afinal, acho que todos que aqui estão tiveram uma (ou algumas) histórias marcantes que influenciou a escolha de nossas carreiras...Para mim, duas foram 'especiais'. Como já disse no fórum anterior, os gibis foram minha primeira experiência concreta de leitura. Depois, vieram os livros... Um, em especial, antes da Coleção Vagalume que tanta gente já comentou por aqui, foi um livro chamado A Irmãzinha, que meus pais me deram assim que minha mãe engravidou da minha irmã e que - quase 27 anos depois - eu ainda guardo com um carinho inesquecível, por tudo o que significou de mudança em minha vida (deixar de ser filha única, por exemplo). Outra experiência bem marcante foi a de escrita. Quando fiz 13 anos e todas as minhas amigas estavam interessadas em presentes 'legais', como o disco da banda preferida, eu pedi aos meus pais uma máquina de escrever. Achava tão charmoso aquele barulhinho e as letras se formando ali na folha, as ideias ganhando corpo... Escrevi muitas poesias adolescentes na minha Olivetti, muitos textos de opinião que nunca mostrei à ninguém... E esses dois 'momentos' ficaram gravados na minha memória de aprendizagem de leitura e escrita, principalmente como forma de prazer.
E, como disse a Marilena Chauí, que nos leva a descobrir os mundos que ficam escondidos!"

Leituras inesquecíveis

Aí vai o primeiro paradidático que li...  O primeiro contato com um livro foi uma experiência tão valiosa que jamais o esqueci!
                                          

 Um pouquinho mais velha, no início da 5ª série, este foi o primeiro:



E, entre esses e depois desses, foram tantos... Difícil escolher entre eles...



sábado, 8 de junho de 2013

Despertar para a leitura...

Meus pais moravam no sitío e quando chegava a época das férias escolares eu ia para a casa e levava livros da biblioteca da escola para ler.Um dia estava lendo e de repente começou a chegar crianças que moravam nas proximidades da casa e eu comecei a ler para elas e meus irmãos e isso se perdurou durante o período de férias.O livro que foi mais marcante foi" A ilha perdida"de Maria José Dupré,que envolvia aventura e ficavam fascinados aguardando a próxima parte,até chegarmos no último capítulo.

 A Ilha Perdida - coleção Vaga-Lume - Maria José Dupré

Na fazenda do padrinho, perto de Taubaté, onde Vera e Lúcia gostavam de passar férias, corre o rio Paraíba. Rio imenso, silencioso e de águas barrentas. Ao atravessar a fazenda ele fazia uma grande curva para a direita e desaparecia atrás da mata, mas subindo-se ao morro mais alto da fazenda, tornava-se a avistá-lo a uns dois quilômetros de distância e nesse lugar, bem no meio do rio, via-se uma ilha que na fazenda chamavam de "Ilha Perdida". Solitária e verdejante, parecia mesmo perdida entre as águas volumosas.
Quico e Oscar, os dois filhos do padrinho, ficavam horas inteiras sentados no alto do morro e conversando a respeito da ilha.Quem viveria lá? Seria habitada? Teria algum bicho escondido na mata? Isto é um inicio de uma aventura escrito por Maria José Dupré. Henrique e Eduardo resolveram ir à ilha perdida, encontraram uma canoa, uma corda meio velha, eles iriam passar um dia na ilha, mas eles não podiam ir sem ninguém saber nada então eles inventaram uma mentira falando que no dia seguinte iriam visitar o fazendeiro vizinho; era um velho que morava a alguns quilômetros de distância. Então o padrinho e a madrinha falaram com a Eufrosina para preparar um almoço bem reforçado. De madrugada eles acordaram, pegaram o almoço e a canoa com a corda e foram direto para à ilha. Henrique e Eduardo enfrentaram muitos desafios no rio, mas conseguiram chegar até lá. Quando eles chegaram, logo começaram a andar pela mata e se perderam, quando começaram a se cansar, almoçaram o que tinha e voltaram a andar mais, porque queriam encontrar a canoa. Como estava anoitecendo, resolveram andar só mais um pouco, quando chegaram finalmente as margens do Rio Paraíba, mas não encontraram a canoa, estavam tão cansados que resolveram ficar ali mesmo. Quando acordaram, viram que o rio tinha crescido muito, começaram a andar pela margem do rio, ficaram uma hora andando até que avistaram a canoa que estava presa só por um fio, tentaram puxar a canoa para a terra mas não conseguiram, de repente a enchente começou a trazer tanta coisa que trouxe um tronco enorme que passou por cima da canoa. Agora Henrique e Eduardo estavam abandonados e Henrique teve a idéia de fazer uma jangada, começaram a caminhar para encontrar cipós e paus, de repente chegaram em uma prainha e resolveram ficar morando na prainha. Para não perderem tempo, começaram a trabalhar na jangada, quando perceberam que o dia estava declinando. Eduardo propôs ir até o outro lado da ilha sozinho para buscar os ovos e a corda que havia ficado lá.

A Ilha Perdida

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Um pouco sobre mim...

Meu nome é Solemar,estou na educação há 15 anos.Desde que me efetivei permaneci 5 anos longe de casa,mas esse ano consegui retornar para minha cidade,perto de minha família,sou casada, cursei a faculdade depois que tive os meus filhos:Giovana,hoje com 22anos e Gabriel com 20 anos.
Amo o meu trabalho e com ele vou atingindo os meus objetivos,para mim o amor é a mola mestra para que possamos caminhar em direção a realização pessoal e profissional...

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Olá pessoal!
Quando era criança trabalhava em casa de família como babá (naquele tempo criança podia trabalhar), então minha patroa tinha um baú cheio de revistas de fotonovela e eu adorava aquelas revistas mas não tinha coragem de pedi-las emprestadas, então todos os dias levava uma escondida, no outro dia devolvia. Só sei que de revista em revista consegui ler o baú todinho.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Experiência como leitora.

Buscando nas minhas reminiscências,minha experiência como leitora deparei com o livro : "O velho e o mar" de Ernest Hemingway. Esse livro marcou a minha vida e sua lição de luta e persistência está encravada em mim até hoje.

O velho e o mar conta a história de Santiago,um pescador cubano que,depois de 81 dias sem apanhar um só peixe,acaba fisgando um de tamanho descomunal,que lhe oferece inusitada resistência e contra cuja força tem de opor a de seus braços,do seu corpo,e mais do que tudo,de seu espírito.
Santiago é um velho pescador que,devido a sua vasta experiência no ramo,conhece o mar e suas artimanhas,buscando sempre se sobressair aos demais pescadores quando se trata de conhecimento de pesca.Porém,um homem que sempre está disposto a ensinar seus truques a quem está disposto a aprendê-los.
Acompanhado pelo seu jovem aprendiz,que hoje já não mais o acompanha em suas aventuras, Santiago é apaixonado pelo mar e fã de beisebol, e sempre que pode,acompanha os resultados pelo jornal, antes de dormir,rotulado por muitos como um azarento de pior espécie, é um homem rija têmpera, e acreditando em si mesmo,parte sozinho para o alto mar, munido da certeza de que, desta vez, após 84 dias, o 85º dia será o seu dia de sorte.
Um homem só com seus sonhos e pensamentos,suas fundas tristezas e ingênuas alegrias, amando com certa ternura o peixe com que trava ingente luta até levá-lo a uma derrota leal e honesta.
Finalmente, ele chega à praia apenas com os ossos do peixe,mas prova que conseguiu pegá-lo.
 


Minhas primeiras experiências com Leitura e Escrita...

            A leitura e a escrita mudaram a minha vida: são a minha profissão e inúmeras vezes foram as passagens para mundos sem os quais teria sido muito difícil o cotidiano...
            Sempre busquei nas leituras aspectos que “esticassem a cabeça” e “permitissem humanização e enriquecimento”, pontos levantados, respectivamente, nos depoimentos sobre leitura de J.C. Violla e Antonio Candido. Considero que  uma das maiores oportunidades que livros, revistas, internet –  entre outros suportes – possam me trazer diariamente seja a possibilidade de melhorar enquanto ser humano e enquanto profissional.
            Lembro-me de minhas primeiras experiências com a escrita, passando por cima das letras de minha irmã num caderno já todo preenchido por ela na escola. Eu ainda não tinha idade para ingressar, então me imaginava escrevendo tudo aquilo, maravilhada com a possibilidade de desvendar aquele mundo de letrinhas...
            Já com a leitura, duas experiências me foram marcantes: o primeiro livro paradidático que peguei nas mãos, emprestado da biblioteca escolar e trazido para a sala pela professora, uma vez que não nos era permitido retirar os livros diretamente, chamava-se A limpeza de Teresa, de Sylvia Orthof,  e jamais me esqueci com que rapidez e coragem a senhorinha Teresa “limpava com água e sabão até mesmo um avião”. A segunda experiência se relaciona com a professora das 1ª e 2ª séries do Ensino Fundamental, a querida Dona Aneide Brunaldi, a qual todas as sextas-feiras, após o intervalo, lia para nós livros que trazia de sua casa, eram de sua filha, livros coloridos e encantados, com histórias como Rapunzel, Cinderela, Branca de Neve e os sete anões...
            Quantas leituras existem em minha alma! Quanta saudade!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Um pouquinho sobre nosso grupo...

SILVIA CRISTINA RAPATONI RIBEIRO (Cursista)
Itápolis-SP


Olá! Sou Silvia e estou na educação pública há nove anos. Atuo na mesma escola em que cursei o Ensino Fundamental e que adoro. Moro e trabalho no Distrito de Tapinas: pequeno no tamanho, mas enorme nos desafios! Sou casada e tenho uma filha de sete anos. Adoro ler, assistir a filmes, passear, descansar... Estou sempre procurando por algum enredo encorajador, por algum enfoque humanizador para inserir em meu trabalho, uma vez que tudo só vale a pena porque somos e construímos seres humanos. Acredito no que faço e sei da importância gigantesca que nossas ações, enquanto educadores, possuem para a construção de um mundo melhor. Sou feliz!

Apresentação

O blog Na ponta da Língua está sendo pensado e criado como uma das atividades do curso de formação de professores de Língua Portuguesa da Rede Estadual de São Paulo, denominado Melhor Gestão, Melhor Ensino (MGME).
Esse curso faz parte de um programa de formação a distância de educadores e está sendo uma oportunidade valiosa de aprendizagem!
Não deixe de fazer parte deste universo fascinante: a nossa Língua Portuguesa!